TEORIA E CLÍNICA DA PSICOSE está dividido em quatro partes, cujos capítulos obedecem menos à cronologia em que foram escritos do que à repartição por unidades temáticas.

A parte I Conceitos aborda a estrutura de linguagem do inconsciente a céu aberto, abrindo o leque das consequências clínicas da foraclusão do Nome-do-Pai, retomando o caso Schreber. Em seguida, faço a releitura da teoria e da clínica da psicose a partir do objeto a, do gozo, da realidade e do real, da descrença na Lei e das fórmulas da sexuação. As questões relativas ao tratamento da psicose por meio do laço social representado pelo discurso do analista são desenvolvidas na parte II, Clínica, onde é abordada a direção do tratamento analítico da psicose e seus tipos clínicos: a esquizofrenia, a paranoia e a melancolia.

Histórias clínicas de cinco pacientes situados em diferentes contextos aparecem em Fenômenos, na parte III, onde são focalizadas tentativas bem sucedidas ou fracassadas de o sujeito lidar com diversas manifestações de seus fenômenos psicóticos.

Finalmente, na parte IV, Artes, examino os delírios do ciúme em Dom Casmurro, de Machado de Assis, a produção da “arte virgem” ou “arte bruta” por pacientes psicóticos internados no Centro Psiquiátrico Pedro II e a criação e a arte como sinthoma na obra de Artur Bispo do Rosário, um paradigma da psicose.

Antonio Quinet

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Esta é a 6ª edição de Teoria e Clínica da Psicose, lançado pela primeira vez há 25 anos. Com exclusividade este título recebe uma nova edição, com novo visual, pela Atos & Divãs Edições.


 

Teoria e Clínica da Psicose - 6ª Edição

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